Ora aqui está um gadget bastante interessante que promete dar que falar. Eu mal olhei para ele torci logo o nariz, porque não faz nada o meu género e o preço é algo que não me estimula minimamente. Vamos passar agora a mais informações sobre o Kindle 2.
Chamam-lhe o iPod dos livros, mas a Amazon pretende que o Kindle seja algo mais do que isso. Esta segunda-feira, a empresa apresentou a segunda versão do seu leitor de livros, com óbvias melhorias.
O Kindle pode ser encomendado on-line no site da Amazon americana, onde está em pré-venda a 359 dólares.
A segunda versão do Kindle tem uma espessura comparável a um lápis, ou seja menos de um centímetro (0,91cm), e pesa apenas 280 gramas. A bateria dura de quatro a cinco dias sem necessidade de recarga, e até duas semanas se a rede sem-fios estiver desligada. Durante a apresentação, foi anunciado um novo livro de Stephen King («Ur»), que vem incluído no dispositivo. Aliás, o próprio Kindle é referido na obra.
O ecrã do novo ebook mantém as 6 polegadas e a resolução de 600×800, mas apresenta 16 tons de cinza, contra os quatro anteriores. Tem um disco de 2Gb, o que permite armazenar até 1500 livros.
O Kindle 2 traz a função experimental «Text-to-Speech» que converte as palavras do texto para a língua falada, dando aos utilizadores a opção de ler ou ouvir seus livros.
A primeira versão do aparelho da Amazon vendeu cerca de 500 mil unidades e está esgotado, apesar de só ser vendido nos Estados Unidos.
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Infelizmente continua muito caro…
Comparar o primeiro kindle com o segundo é quase como comparar a primeira Gameboy que saiu com um iPhone. O primeiro era um autentico tijolo. Mas mesmo assim valeu pela inovação do produto, que foi o mais vendido de sempre na Amazon, durante o natal de 2008.
O Kindle 2 é extremamente espectacular, devido ás inumeras possibilidades de conexão com dispositivos, compras online de livros, possibilidade de assinar versões digitais de jornais, revistas, por um custo bastante mais baixo do que o normal…
Quanto a mim é uma grande invenção que já fazia falta, é pena ainda ser apenas a preto e branco. Que deve-se ao facto de ser melhor para os olhos, e parecer quase como se lesse um vulgar papel.
Tem sem duvida um lugar no mercado apesar do preço. Estou convencido que dentro de 1 ou dois anos (senão mesmo meses) será um mercado a explorar por outros fabricantes, com mais funções, maior capacidade e qualidade de visualização. Actualmente, e devido ao valor em causa, será preferivel na optica do consumidor, comprar um netbook.