Por tudo o que os deuses
Lançam sobre nós na sua indiferença:
Águas, ventos, sonhos, utopias
Guardamos a semente das
Ideias que florescem nas manhãs
Ou nos acordam nas trevas da noite.
&
Por tanto que nos dão e tiram
Lançamos sementes aos rios
Almas sedentas e ávidas de sonhos
Gorados por humanos rápices
Ignóbeis seres que nos roubam
O ouro da alma nas palavras impressa
escrevi este poema na passada semana na sequência do plágio feito por um/a(?) blogger aso textos de uma amiga.
Muito Bem ! O poema está certeiro:!: