A generalidade imperou. Nada se acrescentou ao já empiricamente sabido no tocante à sexualidade e forma de a entender e viver em Portugal.
Um sexólogo disse que, ao contrário do que pensara inicialmente, se pratica mais do que se fala.
Outro disse que criava constrangimento, não só o”picante” que o jornalista-coordenador sugerira e que se expressava por risinhos quando abordada em grupos.
Pessoalmente considero que a banalidade imperou e, não sei se por cobardia, comodismo ou qualquer outra razão, a Igreja Católica e as suas teses sobre sexo/sexualidade, não vieram à tona.
No nosso país é culturalmente impossível fazer um debate sério em torno desta questão ignorando a influência da Igreja na sexualidade, forma de a olhar, pensar e viver.
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