As funcionárias da Loja do Cidadão de Faro foram proibidas de usar saias curtas, decotes, saltos altos, roupa interior escura, gangas e perfumes agressivos. O Correio da Manhã noticia hoje que as instruções foram dadas numa acção de formação antes da abertura da loja, a 3 de Abril, denunciou uma funcionária.
De acordo com o jornal, as instruções foram apresentadas durante uma acção de formação promovida pela Agência de Modernização Administrativa.
“Esta acção incide sobre várias matérias e, em particular, sobre o que deve constituir um atendimento de qualidade, que ajuda ou prejudica o relacionamento com os cidadãos”, justificou Maria Pulquéria Lúcio, vogal do Conselho Directivo da agência, ao jornal diário.
Pulquéria Lúcio confirmou a proibição do uso de decotes exagerados, perfumes agressivos e gangas, mas negou a referência a saltos altos e a roupa interior escura. Destak
Realmente a liberdade em alguns sítios foi um bocado condicionada…
Caro Tiago,
Não percebi o significado da frase “Realmente a liberdade em alguns sítios foi um bocado condicionada…”
Entende o Tiago que não devia haver regras? Porque razão?
Eu entendo que devem haver regras, como existem em bancos, hipermercados, farmácias e até nos colégios privados.
Acha que uma funcionária da LC deve atender pessoas com decotes enormes ou mini-saias mesmo mini? Não acha que seria mais grave definir o que é um decote correcto ou o que é uma mini-saia, do que simplesmente proibir o seu uso?
Só porque é estado, não pode ter regras?
@ Nuno Costa,
Acho que as pessoas se devem vestir com normalidade e claro com roupa adaptada às diversas situações.
Mas hoje em dia é tão banal ver um salto alto numa mulher ou até uma camisola mais decotada que se torna “estúpido” condicionar esta normalidade.
Tiago, não é nada estúpido.
O facto de ser banal ver mulher com salto alto ou decote não pode impedir de criar regras de vestuário para um serviço público.
A sua afirmação “Acho que as pessoas se devem vestir com normalidade e claro com roupa adaptada às diversas situações.” justifica a existência de regras. Quem decide se a roupa é adequada ou não à situação de atendimento numa LC? As regras, não? Eu deixa-se a decisão a cada funcionário?
Liberdade não é igual a falta de regras!
epá, eu gosto muito mais se ser atendido por uma boazona com um grande par de mamas e com um decote enorme. acreditem que se sai de lá muito melhor, mesmo quando se vai pagar alguma coisa.
então nos bancos…era o ideal para eles meterem o pessoal a assinar o que quer que seja sem ler.