Porsche Panamera

Apresento o familiar mais rápido do mundo. O novo Porsche Panamera com quatro lugares, quatro portas e uma potência de 400/500 CV, é um “Porsche de turismo com as tecnologias dos automóveis desportivos”.

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A gama inclui três modelos (Panamera S, Panamera 4S, Panamera Turbo) e será comercializada na Tunísia em Agosto e no resto do mundo a partir de 12 de Setembro, segundo Eric Antoine, representante da marca.

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O último modelo da construtora alemã Porsche foi revelado, em ante-estreia mundial, na Tunísia, um país com forte potencial de luxo apesar da reduzida dimensão do mercado. O parceiro local da firma alemã tem, anualmente, cerca de 50 encomendas de viaturas da gama Panamera com um preço superior a 170 mil euros e conta com 400 clientes, a que se somam outros na Argélia e na Líbia.

Vídeo promocional do automóvel:

Site oficial da marca: Porsche Panamera

10 Comments on Porsche Panamera

  1. Bom post, mas…

    4 razões porque o Eng. Ferdinand Porsche está a dar voltas no túmulo:

    – Não motor central/traseiro
    – Não tem motor Boxer
    – Não tem caixa ZF manual
    – Não tem o mínimo valor estético que é apanágio da Porsche

    Numa escala de 1 a 10, esta coisa é um aborto sem classificação!

  2. Perdeste uma daquelas oportunidades de ouro para ficar calado. Não me conheces de lado nenhum para me julgares.

    E quanto ao teu argumento, não vale nada! Se a Aston-Martin fizesse uma máquina de lavar também seria um bom produto mas nunca seria um Aston-Martin! O mesmo se aplica aqui: Um Porsche é um desportivo com 2 lugares para adultos e 2 para crianças com motor boxer central-traseiro! Ponto! O 928 e o 944 foram um desastre e quase faliram a marca, por terem motores em V à frente e quatro lugares. A Porsche não aprendeu com os erros e lançou o aborto do Cayene, carro de jogador de futebol com mau gosto, e agora esta aberração! É por estas e por outras que vai cais nas mãos da Volkswagen.

    Um abraço

  3. Barreto: já mudavas para descafeinado, n~ao?

    Da próxima vez que passares num relojoeiro podes reflectir um pouco se o que a Porsche vende s~ao carros com um certo tipo de aspecto e certo tipo de motor, ou se eles vendem prestígio, estilo de vida e design. Todas as boas marcas tem que ser assim, a permanencia da marca vale mais que o produto do ano x ou y, ou “há mais marés que marinheiros”.

    http://www.porsche.com/usa/aboutporsche/porschephilosophy/

  4. @Nuno

    Tambem concordo contigo no teu conceito de “Branding”, o que dizes e verdade, ouvi mesmo falar que muitas marcas ganham mais em merchandising e jogos de video do que a fabricar automoveis de prestigio, porque fazer bons produtos sai caro, e tudo o que e caro vende mal nesta altura, mas tenta ver que o Marco aparenta ser uma dessas pessoas que admira uma marca pelos produtos genuinos que esta apresenta, e foi essa mesma filosofia que marcas de prestigio sempre se esforcaram por seguir, que por sua vez resultou em estas se tornarem marcas historicas. Nao digo com isto que te dou menos razao, em tempos tao dificeis como estes a sobrevinecia de uma marca como a Porsche esta gravemente ameacada, e se vender relogios ajuda pois bem…

  5. N Lopes: eu nao ia por ai, que os relogios fazem falta para a sobrevivencia… de repente nao encontrei o termo especifico que eles usam em marketing, tenho 90% de certeza que e “self-affirmation”… a ideia e que o dono do BMW, Porsche, Apple MacBook Pro, etc. nao precisa propriamente de ser convencido pela companhia que o produto tem melhor especificacao que o concorrente directo. A tactica usada por estas companhias costuma ser a de confirmar que a escolha original foi uma boa escolha, dando de barato que estando tudo o resto de acordo com a exigencia do segmento (bhp, peso, velocidade, …) os beneficios menos tangiveis de se escolher aquele produto estao ali e nao no Citroen Saxo VTS turbocharged. Procura-se reforcar um sentimento de prestigio, modernidade, sex-appeal, etc. – visando uma futura compra e uma manutencao de um estatuto ideal que e o de ser um vendedor para um nicho ao mesmo tempo que expande o seu mercado para se encher de ££££ 🙂
    Os releogios sao um exemplo de uma expansao de vender Porsche Motors para vender Porsche Design, que contribui para a “aura” do negocio principal e ainda rendem £1000 cada.

    Essa situacao ideal do “nicho gigante” e parece-me bem visivel no sucesso da Apple… parece que nos EUA ha macbooks aos pontapes nas universidades e a companhia continua a vende-los como sendo uma “alternativa” superior com um simpatico $$$ premium.

  6. Nuno:

    Agradeco a tua compreensiva resposta, e acima de tudo por expores os teus pontos de vista, gostaria apenas de colocar algumas observacoes.

    O conceito de “self-affirmation” e presentemente muito discutido, nao em questao de defenicao, mas mais por ser presentemente considerado obsoleto, muitos profissionais apontam que ja nao restam muitas marcas que vivam dessa estrategia, e a industria automovel talvez seja o melhor exemplo, e se marcas como a Porsche hoje em dia fazem 4×4 e agora se preparam para lancar um familiar, e apenas um sinal de falha, lembremo-nos que ja quase nao existe uma marca de prestigio que nao sobreviva a conta de ter sido “salva” por uma marca mais mainstream, e presentemente nao sejam mais do que um emblema numa prateleira de um constructor gigante, que comprou uma marca falida apenas apostando num valor iconico para acrescentar uma imagem aos seus productos, ou talvez um investimento em futuras estrategias. Marcas como a Bugatti sao o melhor exemplo, a Bugatti passou mais tempo de vida a dar prejuizo do que lucro, e talvez tenha visto mais falencias do que qualquer outro constructor.
    Vejamos tambem que recentemente a Bugatti anunciou uma versao mais familiar do Veyron, o 4 lugares mais rapido do mundo…
    Em relacao a Apple, tens razao em dizer que existem aos pontapes nos US, nao diria porem que seja uma marca que viva de “self-affirmation”, a Apple sempre fez um esforco enorme para competir a nivel de preco com a IBM e outras, principalmente depois uma ameaca de falencia que eles levaram muito a serio, mas tambem e verdade que isto so se passou nos US, a estrategia no resto do mundo e bem diferente. Nos US os produtos da Apple sao baratos comparados com o resto do mundo, e as garantias bem mais compreensivas.

    Eu nao desvalorizo o valor monetario do negocio em merchandising, e digo outra vez que para muitas marcas e um valor consideravel em termos de liquidez.

    De resto foi um prazer falar contigo, e se fores profissional de marketing ou gestor agradeco ainda mais, nesta industria a maior parte de profissionais tem tendencia a esconder o que sabe a menos que ganhe alguma coisa com isso…

    Vai dizendo coisas 😀

    Um Abraco

    N Lopes

  7. Realmente compreende-se que a porsche queira alargar o leque de compradores de outras gamas que não a dos “super-desportivos” mas é bem provável que acabe por perder o prestigio que tem e por não ter clientes de um lado nem do outro. É o exemplo da jaguar ou até da volvo. Tudo o que a ford toca transforma-se em lixo e a porsche parece querer seguir-lhe as pisadas.

    Agora uma provocação:

    N Lopes, folgo em saber que as garantias, além de mais abrangentes, são também compreensivas. É bom ter uma garantia que nos compreenda de vez em quando. Especialmente quando não há dicionários à mão.

  8. @Ze Das Couves

    Se conseguires encontrar a palavra “abrangente” numa garantia de um produto Apple Norte-Americano…

    De resto ao comtemplar as tuas observacoes ao “managing style” da Ford, imagino que consigas fazer melhor…

  9. N Lopes, Tenho a solucao ideal para si :). Se quer um 300zx, compre nacional pq a importacao ja nao compensa. tenho um a venda com 68Mkm. s ker fazer negocio, ligue-968652549-me. Cumprimentos, B Oliveira

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