1.º computador portátil made in Portugal

O primeiro computador portátil que vai ser totalmente produzido em Portugal chama-se “Magalhães” e destina-se a crianças entre os 6 e os 10 anos. O projecto resulta de uma parceria entre o Governo português, a empresa norte-americana Intel e a portuguesa JP Sá Couto.

O projecto “Magalhães” foi apresentado em simultâneo, esta manhã, em , em Lisboa, Matosinhos e Sabrosa, terra onde nasceu o navegador português Fernão de Magalhães, no qual é inspirado o portátil.

O computador vai ser produzido em Matosinhos e pode vir a criar cerca mil postos de trabalho. Os primeiros computadores devem estar prontos em Setembro, com preços que rondam os 150 euros, in RTP.

Na minha opinião este até poderá ser um bom projecto para Portugal, mas não poderiam dar mais uns toques de estética ao portátil, parece um protótipo de computador de brincar, das barbies e essas coisas…

8 Comments on 1.º computador portátil made in Portugal

  1. eu vi a apresentaçao e o proprio socrates disse que o computador custa 0euros ate 50 euros dependendo de escaloes! eu axo que é uma estupides eles serem principalmente recomendados para o 1º ciclo! eu no 1ºciclo nao precisava de computador mas tive e por causa disso sou dependente de computador…

  2. 😳 è fiche mas o magalhes tem o mesmo preço do e escola que e para os maiores por isso perfiro o é escola e ñ o é escolinha.

  3. Continuo a ficar surpreendido pela negativa com este projecto!
    Pois está a ser vendido um computador com o serviço da internet, em que apenas é divulgado o custo do computador (entre 0€ e 50€), o custo da internet é completamente omitido.
    O Ministério da Educação envia para os pais assinarem um Termo de Responsabilidade, em que estes tem que declarar conhecer todas as condições, sem previamente ter esclarecido os pais de todos os custos envolvidos.
    Pela informação que é fornecida até nos leva a crer que o custo máximo apenas poderá ser 50€.
    No entanto, penso que esse custo poderá ascender a várias centenas de euros.
    Esta postura do ministério da Educação, não parece ser a mais clara e séria, pois poderá ser confundida com alguma conivencia com os interesses económicos, comerciais e má fé das operadoras.

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